BAÍA DE PEMBA FC MANIFESTA “PROFUNDA INDIGNAÇÃO” E EXIGE APURAMENTO APÓS IMPEDIMENTO DE ACESSO AO BALNEÁRIO EM MAXIXE ‎

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O Baía de Pemba Futebol Clube manifesta “veemente repúdio e profunda indignação” perante os acontecimentos registados no domingo, 13 de Setembro de 2026, na cidade de Maxixe, província de Inhambane, por ocasião do jogo diante da Associação Desportiva de Vilankulo (ADV), referente à 20.ª jornada do Campeonato Moçambola.

O episódio ganhou ampla circulação nas redes sociais depois de imagens mostrarem jogadores do Baía de Pemba a prepararem-se dentro do autocarro que transportava a delegação, pertencente à Nagi Investimentos, uma das empresas parceiras do clube.

‎Segundo a Nota de Repúdio divulgada pelo clube nesta segunda-feira, 14 de Setembro, a delegação do Baía de Pemba FC foi, por decisão da Direcção da ADV, impedida de aceder às instalações do estádio, nomeadamente ao balneário, ao recinto destinado ao habitual aquecimento e ao espaço para a realização da reunião técnica pré-jogo.

‎O clube considera igualmente preocupante a postura de “aparente passividade” do Delegado do Jogo, que, segundo a comunicação, não terá intervindo perante as situações anómalas enfrentadas pela equipa. O Baía de Pemba registou ainda, com preocupação, a retirada dos apanha-bolas do recinto antes do término da partida, defendendo que o episódio também merece esclarecimento.

‎‎Perante os factos relatados, o Baía de Pemba Futebol Clube solicita às entidades competentes da modalidade o devido apuramento das circunstâncias ocorridas, incluindo a actuação da Direcção da ADV e a postura adoptada pelo Delegado do Jogo.

‎‎O clube considera que os acontecimentos são incompatíveis com os princípios de fair play, respeito, igualdade de tratamento, desportivismo e verdade desportiva que devem nortear o Campeonato Moçambola, sublinhando que nenhuma equipa participante numa competição oficial deve ser colocada em condições que possam comprometer a sua preparação e o normal desenvolvimento de uma partida.

‎O clube reafirma, por fim, que continuará a defender os seus direitos pelas vias institucionais e dentro dos regulamentos, mantendo a sua posição de que “o futebol deve ser competição, não confronto”.

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