JOÃO MATLOMBE INAUGURA NOVA FASE DA LAM COM ENTRADA EM OPERAÇÃO DE AERONAVES DA AIRMOZAMBIQUE ‎

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‎A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) iniciou, nesta sexta-feira, 14 de Agosto de 2026, uma nova etapa da sua operação, com a entrada em serviço da primeira de duas aeronaves Embraer 190 que passam a operar sob a marca AirMozambique, reforçando a capacidade da companhia e as ligações aéreas nacionais.

‎‎A aeronave, baptizada de “Limpopo”, realizou o seu primeiro voo com partida de Maputo e destino à cidade de Nacala, na província de Nampula. A segunda aeronave, denominada “Zambeze”, deverá igualmente reforçar a capacidade operacional da companhia.

‎O momento contou com a presença do Ministro dos Transportes e Logística, João Jorge Matlombe, que destacou a importância do reforço da frota para melhorar a mobilidade aérea e fortalecer as ligações entre as diferentes regiões do país.

‎‎Segundo o governante, o investimento enquadra-se nos esforços do Governo para facilitar a circulação de pessoas, bens e serviços, contribuindo para uma maior integração económica e territorial de Moçambique.

‎‎“Moçambique é um país extenso, com os seus principais centros de actividade económica distribuídos por diferentes regiões. Por isso, a circulação de pessoas, bens, serviços e factores de produção é uma condição fundamental para o funcionamento da economia”, afirmou João Matlombe.

‎‎O Ministro salientou, contudo, que o aumento da frota deve ser acompanhado por uma gestão rigorosa, disciplina operacional, capacidade comercial e compromisso dos trabalhadores, de modo a garantir a sustentabilidade da companhia.

‎‎“Esperamos que o reforço da capacidade operacional se traduza em maior regularidade dos voos, melhor utilização dos activos, maior eficiência e melhoria progressiva do serviço prestado aos passageiros”, destacou.

‎A entrada em operação das novas aeronaves representa mais um passo no processo de recuperação e fortalecimento da capacidade da transportadora aérea nacional, com a expectativa de melhorar a conectividade entre as regiões e responder de forma mais eficiente às necessidades de mobilidade dos moçambicanos.

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